quinta-feira, 5 de março de 2026

"Troca ou Não Troca" uma peça pra morrer de rir chega a Uberlândia

   "Troca ou Não Troca" uma peça pra morrer de rir chega a Uberlândia


Única apresentação acontece no dia 21 de março, ingressos pelo Sympla






Até onde você iria para salvar o desejo em um relacionamento de dez anos? É com esse questionamento, embalado por muito humor ácido e situações hilárias, que a comédia “Troca ou Não Troca” chega a Uberlândia para uma apresentação única no Teatro Municipal, dia 21 de março (sábado), às 20h.






Estrelando nomes conhecidos do grande público como Oscar Magrini, Carla Pagani, Paula Zaneti e Fábio Villa Verde, a montagem, escrita por Ingrid Zavarezzi e dirigida por Rogério Fabiano, disseca com leveza e erotismo os dilemas dos casais do século XXI.


A trama gira em torno de Débora e Bruno, um casal cuja paixão foi engolida pela rotina. Na tentativa desesperada de salvar o casamento, eles buscam a ajuda de Ana, uma taróloga moderna e sedutora. O que deveria ser uma consulta espiritual transforma-se em um redemoinho de confusões com a chegada de Renatão (Oscar Magrini), ex-marido de Ana e um carismático "falso guru" que vive de golpes e autoengano.






O espetáculo evolui para uma explosiva comédia de erros, onde traições cruzadas e segredos guardados a sete chaves testam os limites da fidelidade e da sanidade dos personagens.


Mais do que apenas entreter, “Troca ou Não Troca” satiriza a busca desenfreada por fórmulas mágicas para resolver problemas profundos de amor e dinheiro.


A montagem leva a assinatura da APPLAUS ARTE Y ALMA, produtora de grandes sucessos nacionais baseados nas obras de Augusto Cury, como “O Vendedor de Sonhos” e “O Homem Mais Inteligente da História”.






SINOPSE


Um casamento em crise, uma astróloga sem limites, um ex-marido picareta e segredos demais para um fim de semana só. Em “Troca ou Não Troca”, desejo, traições e autoengano se cruzam numa comédia afiada sobre a ilusão de que existe solução fácil para amor, dinheiro e felicidade.

 

Serviço
Troca ou Não Troca
Data: 21 de março de 2026 - Sábado às 20h
Local: Teatro Municipal de Uberlândia – Av. Rondon Pacheco, 7070.

Vendas antecipadas:
Sympla Clique Aqui   

Gênero: Comédia
Classificação indicativa: 14 anos


 

Ficha Técnica

Texto: Ingrid Zavarezzi 

Direção: Rogério Fabiano

Elenco: Oscar Magrini, Carla Pagani, Paula Zaneti e Fábio Villa Verde

Direção Geral de Produção: Luciano Cardoso 

Direção de Movimento: Murilo Inforsato 

Direção Musical e Trilha Sonora: Miguel Briamonte

Cenografia: Evas Carreteiro 

Figurinos: Débora Munhyz 

Criação de Luz: Rafael Burgath 

Coordenador de Produção: Rafael Sandoli

Produção Executiva: Sandro Sabão

Produção Administrativa: Magnus Nicollas

Técnica Responsável: Isabela Leal 

Comunicação: Kesya Andrade

Tour Manager: Paula Zaneti

Edição de Vídeos: Agência Alwa

Áudios: Na Paz - Produtora e Rádio 

Design Gráfico: Lucas Peixoto 

Gestão Tráfego Digital: ATMKT 

Assessoria Jurídica: SVM Advocacia

Assessoria Registro de Marcas: Ranzolin - Propriedade Intelectual  

Realização: Applaus Arte Y Alma

 

(*Elenco sujeito a alteração sem aviso prévio.)





“Tom na Fazenda” retorna à Uberlândia após sucesso absoluto em 2025

  “Tom na Fazenda” retorna à Uberlândia após sucesso absoluto em 2025


Sucesso de público, a peça volta a cidade em abril





Depois de um sucesso absoluto em 2025, o espetáculo “Tom na Fazenda” retorna à cidade para duas apresentações, no Teatro Municipal, nos dias 10 e 11 de abril, às 20h. A montagem é considerada um dos maiores fenômenos do teatro brasileiro, acumulando sessões lotadas, críticas positivas e grande repercussão por onde passa.


A peça, baseada na obra Tom à la Ferme, do autor canadense Michel Marc Bouchard, aborda a inabilidade do indivíduo para lidar com o preconceito, a impotência, a violência e o fracasso. Trata de assuntos caros ao Brasil: apesar da homofobia não ser o tema principal, é por causa dela que o destino dos personagens se dá, é uma peça sobre mentiras e relações de dominação.


Na trama, Tom viaja até uma fazenda para participar do funeral de seu companheiro, falecido repentinamente. Ao chegar, depara-se com uma realidade inesperada: a família do parceiro desconhecia completamente sua existência e a relação entre eles. A partir desse encontro, desenvolve-se uma narrativa intensa, marcada por silêncios, confrontos e revelações, que expõem conflitos familiares, preconceitos enraizados e emoções reprimidas.


Com encenação impactante e estética minimalista, o espetáculo constrói uma atmosfera densa e envolvente, potencializando o drama psicológico e a força das interpretações. A direção aposta na intensidade cênica para conduzir o público por uma experiência sensível, profunda e provocadora.


Mais do que contar uma história, “Tom na Fazenda” convida à reflexão sobre identidade, aceitação, empatia e os limites impostos pelas convenções sociais, tornando-se um espetáculo necessário, atual e profundamente humano.


A apresentação faz parte do projeto “Uberlândia na Rota das Culturas”, que foi aprovado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e pela Lei Rouanet. O projeto é patrocinado pela Algar, Sistema Martins, Governo de Minas Gerais e Governo Federal.





Serviço:
Espetáculo: Tom na Fazenda
Data: 10 e 11 de abril

Horário: sexta e sábado, às 20h

Local: Teatro Municipal de Uberlândia – Av. Rondon Pacheco, 7070.


 

Vendas antecipadas:

- Site Megabilheteria.com (24 horas e com taxa se conveniência)

https://megabilheteria.com/evento/temporada?id=20191219141014


 

Vendas físicas:

Loja Inclusive Brechó, na Av. Cesário Alvim, 396 – Centro (aberta das 9h às 18h, de segunda a sexta e das 9h às 14h aos sábados - estacionamento conveniado ao lado)

- Loja Rei do Quadro, na Av. Afonso Pena 1660 – Aparecida (Aberta das 9h às 17h50, de segunda a sexta e das 9h às 11h50 aos sábados)


 

Classificação indicativa: 18 anos

Duração: 110 minutos

Gênero: Drama


 

FICHA TÉCNICA 
Texto: Michel Marc Bouchard
Tradução: Armando Babaioff
Direção: Rodrigo Portella
Elenco: Armando Babaioff, Denise Del Vecchio, Gustavo Rodrigues e Camila Nhary.
Cenografia: Aurora dos Campos
Iluminação: Tomás Ribas
Figurino: Bruno Perlatto
Direção Musical: Marcello H.
Coreografia: Toni Rodrigues
Design Gráfico + Mídias Sociais: Victor Novaes 
Direção de Produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela 
Produção Executiva: Milena Monteiro
Idealização: Armando Babaioff

Produção local: Uberlândia na Rota das Culturas | Carlos Guimarães e Maíra Pelizer

Assessoria de imprensa local: Cristiane Guimarães

 

Márcia Conrado se consolida como referência nacional em gestão pública municipal

   Márcia Conrado se consolida como referência nacional em gestão pública municipal




No coração do sertão pernambucano, onde cada avanço é fruto de luta e perseverança, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, construiu uma gestão marcada por presença, compromisso e cuidado com as pessoas. Sua trajetória ultrapassou as fronteiras do município e hoje é reconhecida também em Brasília como exemplo de liderança pública que transforma realidades com trabalho sério e sensibilidade social. Márcia é reconhecida por ministros do governo federal, por lideranças da base nacional do PT e pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva como uma das melhores gestoras municipais do país. O reconhecimento não surge por acaso. Ele nasce de resultados concretos, de uma administração organizada e, principalmente, de uma forma de governar que coloca as pessoas no centro das decisões. Quem acompanha de perto a rotina da prefeita percebe um traço marcante: proximidade. Márcia visita bairros, escuta moradores, participa de agendas institucionais e mantém diálogo constante com lideranças locais. Essa postura humaniza a gestão e cria um ambiente de confiança entre poder público e população. Serra Talhada vive um ciclo de transformações estruturais importantes. Investimentos em infraestrutura, ampliação de serviços de saúde, fortalecimento da educação e políticas sociais voltadas às famílias que mais precisam fazem parte de um planejamento consistente. A cidade cresceu com organização e responsabilidade fiscal, mantendo equilíbrio nas contas públicas e ampliando oportunidades. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, é um dos que manifestam admiração pela condução administrativa de Márcia Conrado. Para ele, a prefeita representa uma geração de gestores comprometidos com resultados e com uma visão moderna de administração pública. Em Brasília, seu nome já circula como referência de boa prática na gestão municipal. Márcia reúne capacidade técnica, articulação política e sensibilidade social, características que a colocam entre as prefeitas mais bem avaliadas do Brasil segundo lideranças políticas e integrantes do governo federal. O que diferencia sua atuação é o equilíbrio entre firmeza administrativa e olhar humano. Não se trata apenas de executar obras ou cumprir metas. Trata-se de transformar a realidade das pessoas, garantir acesso a direitos e fortalecer a autoestima de uma cidade que hoje se orgulha de sua gestão.



Foto: Divulgação
Fonte: Blog Revista Total Brasil

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Como funciona a mente solitária

                            Edu



SAÚDE TOTAL

CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA


                       COMO FUNCIONA A MENTE SOLITÁRIA

A solidão é tão devastadora que ela atinge uma ação inconsciente extremamente necessária para a vida humana: a empatia.

Diversos estudos têm mostrado que as pessoas solitárias têm uma resposta mais hostil às ações de outros, como o estudo da professora de Harvard, Jacqueline Olds. Ela diz que pessoas que são solitárias se revestem de uma casca protetora que nega a necessidade de companhia.

Outro estudo revela que as pessoas solitárias têm um nível tão reduzido de empatia, como dizemos no início da conversa que, muitas vezes, ficam alheias ao sofrimento de outras pessoas. Isso acontece porque a parte do cérebro ligada a empatia – temporoparietal – tem sua atividade reduzida.

Também, o córtex visual, que é a parte do cérebro que normalmente processa o estado de alerta, atenção e visão, é estimulado. Isso significa que as pessoas solitárias reagem rapidamente a algum estímulo, ou seja, agem mais pela vigilância que pela perspectiva.

Todavia, a solidão não é um estado individual. E já percebemos isso nos escritos que estamos desenvolvendo. Houve um estudo realizado no King´s College de Londres com 2 mil adolescentes de 18 anos em 2019. Os estudiosos pediram para que os participantes e seus irmãos, pudessem avaliar a cordialidade dos vizinhos. Os irmãos mais solitários consideraram a vizinhança menos cordial e menos confiável do que o irmão ou a irmã que sofriam menos de isolamento. Segundo o professor John Cacioppo, a solidão opera moldando o que as pessoas pensam e esperam umas das outras.

E se pensarmos em uma questão macro diante destes ditos, quantas mudanças sociais poderiam ser estabelecidas se a raiva, a hostilidade, a propensão para considerar o ambiente ameaçador, insensibilidade e empatia diminuída não fizessem parte do cérebro solitário de boa parte da população que habita neste planeta.

E sigamos pensando...

Um grande abraço para você!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Lupegoraro é destaque na exposição “Entre Mundos” na Galeria Lígia Testa


A artista visual Lupegoraro será um dos destaques da exposição coletiva “Entre Mundos”, que será aberta ao público em 10 de março, na Galeria Lígia Testa, em Campinas (SP). A mostra segue até 10 de abril de 2026 e reúne artistas cujas obras atravessam culturas, memórias e sensibilidades, propondo um campo de reflexão sobre travessias simbólicas, identitárias e contemporâneas. A curadoria é de Lígia Testa e Rosita Cavenaghi (Art A3 – São Paulo).

Pintora e escultora brasileira, a catarinense Lupegoraro vive e trabalha em João Pessoa, na Paraíba, onde desenvolve uma produção marcada pela liberdade criativa e pela fluidez das abstrações. Sua arte convida o espectador a refletir e a se encantar com a maneira singular de ver o mundo e comunicar-se por meio da beleza.

“Em todas as minhas criações sempre busco transmitir emoção, alegria e beleza, por meio de cores e formas, que na arte se tornam um meio de expressão do sentimento, aflorando os mais diversos sentidos da alma”, afirma a artista.

Com obras presentes em galerias e coleções particulares em diversos países, Lupegoraro construiu uma trajetória que dialoga com diferentes culturas. Seu interesse pelas artes surgiu ainda na infância, quando já demonstrava que a criação artística seria uma força determinante em sua vida. Estudou canto, violão e violino — instrumento pelo qual nutre especial paixão — além de desenho, escultura e pintura.

Sua produção pictórica se concentra na criatividade, na poesia e nas emoções. Entre o abstrato e o figurativo contemporâneo, suas obras revelam movimentos, luzes e tonalidades que evocam sentimentos intrínsecos ao ser humano. Mais do que representar formas e cores, seu trabalho propõe uma experiência sensorial e intelectual, transformando a arte em espaço de questionamento e reflexão.

Ao integrar a coletiva “Entre Mundos”, Lupegoraro reforça sua vocação para o diálogo entre diferentes dimensões simbólicas e culturais, ampliando o alcance de uma obra que já passou por exposições na Espanha, Portugal, Brasil, Itália, Inglaterra, Alemanha e França.

 


Serviço
Exposição: Entre Mundos
Artista participante: Lupegoraro
Período: 10 de março a 10 de abril de 2026
Vernissage: 10 de março de 2026, das 17h às 22h
Local: Galeria Lígia Testa
Endereço: Av. Dr. Heitor Penteado, 1611 – Taquaral, Campinas (SP)
Curadoria: Lígia Testa e Rosita Cavenaghi
Entrada: Livre



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

A solidão é mortal

                                     Edu



SAÚDE TOTAL

CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA


                                        A SOLIDÃO É MORTAL

A solidão se manifesta no corpo, por isso é responsável por tantas mortes. Isso quer dizer que, muitas vezes, algumas enfermidades que aparecem nas pessoas são oriundas de um sentimento de solidão. Por quê?

Porque um corpo solitário quando vivencia o estresse, tem seus níveis de colesterol bem mais altos que de um corpo não solitário. Como também propicia o acúmulo desta substância no organismo, a amigdala sendo acionada, vai manter o indivíduo em estado de alerta por muito mais tempo. Isso leva a um aumento de leucócitos, da inflamação, que em momentos mais longos tem um resultado devastador. E não é novidade para ninguém: um corpo inflamado fica suscetível a muitas doenças.

Segundo Hertz (2020, p. 31) “o corpo também fica mais suscetível a doenças graves. Se é uma pessoa solitária, você tem um risco 29% maior de ter uma doença coronária, um risco 32% maior de sofrer um acidente vascular cerebral e um risco de 64% maior de desenvolver demência”. E tem mais: “se você se sente solitário ou socialmente isolado, tem quase 30% mais probabilidade de morrer de forma prematura do que se não se sentisse assim”.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, acompanhou estudantes de medicina durante dezessete anos. O que eles descobriram? Que os alunos que tiveram uma infância isolada, por causa de pais emocionalmente distantes, mostraram mais propensão para desenvolver vários tipos de câncer mais tarde na vida.

E um outro estudo realizado em 2010, teve como alvo pessoas que haviam vivenciado um momento específico de solidão, como morte de um parceiro ou mudança para um outro lugar. Foi assustador para os pesquisadores constatarem que mesmo esta solidão sendo sentida apenas por um período determinado - 2 anos ou menos que isso -  a expectativa de vida das pessoas envolvidas diminuiu.

O que tudo isso quer dizer para você?

E sigamos pensando...

Um grande abraço para você!

"Troca ou Não Troca" uma peça pra morrer de rir chega a Uberlândia

      "Troca ou Não Troca" uma peça pra morrer de rir chega a Uberlândia Única apresentação acontece no dia 21 de março, ingressos...