terça-feira, 22 de agosto de 2023

VISITA À DIRETORIA DA EGL ENGENHARIA

                        VISITA À DIRETORIA DA EGL ENGENHARIA


Entre os vários compromissos de Marcelo Mesquita em Brasília, um deles foi a visita à EGL na manhã desta terça-feira (22)

Por: Marcos Lima


Nesta terça-feira, um dos primeiros compromissos de Marcelo Mesquita, diretor-presidente da Revista Total, foi ao diretor executivo da EGL Engenharia, Flávio Amaral Ferrari. Flávio, engenheiro civil e especialista em transportes, faz parte do time de responsáveis pela administração e pelo crescimento da EGL Engenharia.
A empresa foi criada há mais de 20 anos atrás, com o objetivo de implementar soluções inovadoras nas áreas de transporte e mobilidade urbana, gestão de multas, engenharia de tráfego, geoprocessamento e cadastro técnico multifinalitário. Seu quadro de executivos reúne uma equipe multidisciplinar e especializada nas atividades a que a empresa, que atua em todo o país e tem como grande diferencial sua atuação em tecnologia da informação, se propôs. Ressalte-se que um dos diferenciais da EGL é a experiência na captação de recursos, públicos e privados, para modernização administrativa de estados e municípios, o que viabiliza a execução de projetos de transporte e de planejamento urbano, além de possuir expertise na estruturação de Parcerias Público Privada – PPPs. “É sempre um prazer vir a Brasília e manter encontros com amigos como este grande profissional, engenheiro especialista em transportes, do grandioso grupo que é a EGL Engenharia. Além do prazer em revê-lo se destaca também o de ser sempre tão bem recebido por todos que fazem a empresa de engenharia”, afirma Marcelo.


Crédito de imagem: Divulgação
Fonte: Marcelo Mesquita/Revista Total

sábado, 19 de agosto de 2023

O maior inimigo da mente iconoclasta

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SAÚDE TOTAL

CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA


O maior inimigo da mente iconoclasta


Conversamos sobre Branch Rickey, o iconoclasta que descobriu Jackie Robinson. Todavia é a história de Jackie que ilustra como a coragem faz com que o maior inimigo da mente iconoclasta seja banida de nossas vidas.

Jackie Robinson cresceu sem pai, pois este abandonou ele e sua mãe quando tinha apenas 6 meses de vida. A mãe foi morar perto de parentes, o que foi muito bom. Porém, cresceu com as dores da discriminação. O que é curioso é que esta dor não o impediu dele fazer aquilo que desejava.

Parece que as palavras de Rosa Parks ressoou em seus ouvidos: “quando a mente toma uma decisão, isso diminuiu o medo”. Assim foi que Jackie Robinson conseguiu vencer o maior inimigo da mente de um iconoclasta: o medo.

É claro que o processo não foi fácil. Recebeu uma bolsa de estudos na UCLA e em dois anos abandonou. Não acreditava que a educação poderia propiciar um emprego decente para um negro. Se alistou, foi para Pearl Harbor, mas não teve uma boa experiência por lá. Descobriu de outra maneira como os negros são tratados, principalmente quando têm que sentar em assentos diferenciados.

Foi nesta época que surgiu Branch Rickey. Robinson aceitou o convite sabendo que não havia muito altruísmo, mas entendeu que esta seria a única forma dele poder mostrar que um negro poderia jogar em uma liga principal. Para tanto, foi necessário muita coragem.

Primeiro Rickey teve que lutar muito para tê-lo no time. Depois alguns hotéis não aceitavam a equipe por causa dele; sua mulher e filho foram ameaçados e ele recebeu dezenas de cartas xenófobas. Mas ele persistiu. No meio deste vendaval, seus companheiros de equipe o defenderam. Não porque ele era negro, mas porque ele fez com que o time conquistasse o título naquele ano.

Evidentemente que o medo pode nos proteger, mas neste caso específico o medo seria limitador de um jogador que se tornaria um ícone do esporte para todos o sempre.

O medo também atrapalha a mente iconoclasta, pois causa mudanças na parte do cérebro que é responsável pela tomada de decisões.

Então, o que devemos fazer? Volte na proposição de Rosa Parks e analise a vida de Jackie Robinson resumidamente descrita aqui, que encontrará a resposta para tal pergunta.

Um fortíssimo abraço para você!

sexta-feira, 18 de agosto de 2023

Risadas à Vista: "Natal dos Barcelos" chega às plataformas Amazon Prime, Itunes, NetNow, Google Play e promete agitar as plateias.

          Risadas à Vista: "Natal dos Barcelos" chega às plataformas Amazon Prime, Itunes, NetNow, Google Play e promete agitar as plateias.




Prepare-se para momentos de pura diversão com o lançamento da comédia imperdível "Natal dos Barcelos". Dirigido por Rudi Lagemann, também conhecido como Foguinho com inúmeros trabalhos na TV, este filme é garantia de risos e descontração.


Com uma trama repleta de situações cômicas e personagens memoráveis, "Natal dos Barcelos" segue com um elenco maravilhoso JOAO SCARPA / FELIPE CAMELO / TITA MULLER / STEFANY LIMA / STEFANY SOUZA / ISA CHIARION / MARJORIE BARBOSA / LIVIA BARBOSA / GABRIEL TOESCA / ANNAJU MAZIERO BELLI MAZIERO / JOÃO MATHEUS / BRUNO BASSO / BRUNO GALVANI / BRUNA TREVISAN / LETICIA MANOELA em uma série de peripécias que certamente arrancará risos do público. Com atuações brilhantes, este filme é a escolha perfeita para quem busca uma noite de entretenimento leve e engraçada.


Rudi Lagemann trouxe sua visão única para esta comédia, resultando em uma experiência cinematográfica hilariante", "Natal dos Barcelos" é a fuga ideal para todos que desejam relaxar e se divertir."


O lançamento de "Natal dos Barcelos" foi dia 16/08/23, e as plataformas estão prontas para receber o público em busca de boas risadas. Não perca a oportunidade de participar desta comédia que promete contagiar o público.


Para consultas de mídia, entrevistas ou informações adicionais, entre em contato com:


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Sobre "Natal dos Barcelos":

É véspera de Natal e a família Barcelos está em polvorosa nos preparativos para a grande noite.

O simpático casal Miguel e Tereza tem 5 filhas e um filho. Sendo que cada um deles tem as suas próprias vontades e manias, fazendo a casa parecer um reduto de loucos. Para ajudar, o ar condicionado quebra, aumentando ainda mais o calor do ambiente. E é neste momento agitado que chegam os parentes. São as quatro sobrinhas e um sobrinho que chegam desacompanhadas dos pais que ficaram trabalhando e só chegarão à noite, na hora do jantar. No meio disso tudo, o atordoado Miguel lembra que esqueceu de tirar o peru do congelador e faltam poucas horas para a ceia. Ou seja, desastre à vista.


Produto original
Atores Unidos Produções


Crédito de imagem: Divulgação
Assessoria de imprensa Lívia Rosa Santana

quarta-feira, 16 de agosto de 2023

LENINE PARTICIPA DO PROJETO “SOPRO”, QUE REÚNE VICENTE NUCCI, VINICIUS CASTRO E ZÉ MOTTA

       LENINE PARTICIPA DO PROJETO “SOPRO”, QUE REÚNE VICENTE NUCCI, VINICIUS CASTRO E ZÉ MOTTA


“Precipício”, primeiro single do trio, chega às plataformas digitais no dia 18 de agosto



Crédito das fotos: Rafael Catarcione



A amizade e a música uniram Vicente Nucci, Vinicius Castro e Zé Motta na criação do projeto “Sopro”. O trabalho é resultado do entrelaçamento das carreiras dos compositores e instrumentistas, que juntos estudaram na Faculdade de Música da UniRio. No dia 18 de agosto, eles lançam o primeiro single desse trabalho: a canção “Precipício”, parceria dos três, que contou com a participação especial de Lenine na gravação.  





“Foi um prazer participar desse projeto maravilhoso, ‘Sopro’, de três grandes compositores! Cantei no single ‘Precipício’, que será lançado agora em agosto. Muito bacana mesmo”, empolga-se Lenine.


"A melodia de ‘Precipício’ surgiu de uma época em que eu e o Zé estávamos compondo juntos algumas canções e ainda nem havíamos pensado que elas poderiam receber uma letra no futuro – o que aconteceu pelas mãos do Vinicius. A melodia e a harmonia surgiram das músicas do Clube da Esquina. Eu quase podia ouvir o Milton Nascimento cantando o trecho melódico do início. Esse foi o ponto de partida. A partir daí, o Zé inseriu ideias que eu jamais conseguiria pensar por mim mesmo. Temos uma dinâmica legal na composição, pois podemos ter visões e ideias muito diferentes dentro da mesma música. Vinicius juntou-se a nós, trazendo mais vida à canção, dando um tema, um nome e imagens, que sensivelmente estão atreladas ao que julgo ser possível sentir ao ouvir a melodia e harmonia sem letra", explica Vicente.


O projeto foi produzido de forma peculiar. Tudo foi gravado remotamente usando tecnologia de ponta, com a participação de artistas das mais diversas partes do globo: uma orquestra de cordas em Praga, músicos dos EUA, do Reino Unido, de Portugal e, claro, do Brasil. Todas as canções do projeto “Sopro” foram compostas há anos e trazem o frescor de um momento de vida mais leve, mais simples, mais fluido para Vicente, Zé e Vinicius. Eles sentem que revisitar essas canções tem sido um ato de respiro. “Dizem por aí que “a vida é um sopro’. E o resgate deste trabalho é, para nós, uma forma esperançosa de expressarmos nossas razões de viver”, explica Zé Motta. As canções de melodia complexa, que nasceram dos sonhos do trio de músicos e compositores, ganharam contornos nos arranjos primorosos de Pedro Araújo.


Crédito das fotos: Rafael Catarcione




SOBRE VINICIUS CASTRO, VICENTE NUCCI E ZÉ MOTTA

 
Vinicius Castro é um compositor e produtor brasileiro que, depois de morar em Lisboa, Portugal, está de volta ao Rio de Janeiro. Suas músicas já foram gravadas por artistas como Sérgio Assad, Gilberto Gil e Lenine. Vinicius foi indicado à edição 2013 do Prêmio da Música Brasileira com o álbum CRIA - A Família, e à edição 2019 do Prêmio Profissionais da Música com o álbum CRIA - Pra Bagunçar. Castro escreveu 4 canções para a série indicada ao Emmy Kids 'Gaby Estrela' em 2015. Sua canção em parceria com Adilson Xavier, 'Ser Diferente é Normal', foi traduzida por Emily Perl Kingsley e Sharon Lerner, escritores da Rua Sésamo, e apresentada na ONU em 2012. Vinicius Castro escreveu várias trilhas sonoras para peças de teatro e produziu diversos artistas independentes do Brasil, Estados Unidos e Portugal.


Vicente Nucci é cantor, compositor e arranjador vocal carioca. Atuou no canto coral de 2003 a 2022, como monitor de naipe, regente, diretor musical e arranjador, participando de diversos grupos e apresentações. Um dos trabalhos de maior destaque no canto coral foi o espetáculo São Vicente A Cappella e Guinga, em 2019, no qual Vicente foi arranjador e dividiu a direção musical com Patricia Costa. Como intérprete, integrou trabalhos como os discos “De bem com a vida” (Alberto Rosenblit - 2009), “Amazônia, na trilha da floresta” (Mario Adnet- 2012), “Jobim, orquestra e convidados” (Paulo Jobim e Mario Adnet -2017), OuroBa (2017), "Integridade" (Claudio Nucci e Felipe Cerquize -2018) e "Arretados" (Dedeco e Jean Charnaux - 2019). Vicente tem composições em parceria com artistas como Luiz Fernando Gonçalves, Michele Leal, Claudio Nucci e Juca Filho, além dos amigos Zé Motta e Vinicius Castro. Atualmente, integra o projeto Canto Interior, com Jéssica Nucci, no Rio Grande do Sul.

 
Zé Motta é músico e compositor. Desde 2010, integra o Bloco do Sargento Pimenta como percussionista e regente, e já tocou em diversas cidades dentro e fora do Brasil, mais recentemente em Nova York (abril/2023), e teve a oportunidade de fazer uma série de shows na Inglaterra em 2012, incluindo apresentações durante as Olimpíadas de Londres. Recentemente, compôs as trilhas para os espetáculos “Uma mulher é uma mulher” (2019); “Antes D+ Nada” (2020), “Fêmea” e “Resid(u)o” (2021).
Faz parte do trio "Sopro" projeto em parceria com os, também, compositores e músicos Vicente Nucci e Vinicius Castro. Integra o duo Alma de Gato com o também compositor e violonista Carlos Chaves, e faz parte, como músico e ator, do elenco do espetáculo itinerante "Proncovô", que tem direção de Eduardo Moreira (Grupo Galpão) e direção musical de Sergio Pererê.





PRECIPÍCIO

(Vicente Nucci, Zé Motta e Vinicius Castro)

 
Era um amor de emboscada

O princípio da cilada

Um instante pra se perder

Era a visão embriagada

E o desejo de não ver

 
Era um amor de precipício

Meio sina, meio vício

Um altar pro sacrifício

E o desejo de se render

 
Era, quem dera

A Quimera de “era uma vez”

 
Era um amor de outras eras

A junção de céu e terra

Horizonte fácil demais

Era a entranha em pé de guerra

E o desejo de não ter paz

 
Era um amor de contratempo

Meio fuga, meio alento

A verdade em prumo lento

E o desejo sempre fugaz

 
Era, quem dera

A Quimera de “era uma vez”

 
Era um amor sem porquê

E a razão a mercê

 
Era um amor de emboscada

O princípio da cilada

Um instante pra se perder

Era a visão embriagada

E o desejo de não ver

 
De nunca mais ver.

 
FICHA TÉCNICA

 
Composição: Vicente Nucci, Vinicius Castro e Zé Motta

Produção musical: Vinicius Castro

Arranjo: Pedro Araújo

Participação: Lenine

Vozes: Vicente Nucci e Zé Motta

Violão: Vinicius Castro

Clarinete: Vicente Alexim

Contrabaixo acústico: Itaiguara Brandão

Trompete/flugel: Jon-Paul Frappier

Trombone/trombone baixo/barítono: Chris Ott

Flauta 1/ flauta 2/piccolo: Samuel da Silva

Bateria: Adam Alesi

Pandeiro: Mateus Xavier

Mixagem: Gustavo Krebs

Masterização: Carlos Freitas

sábado, 12 de agosto de 2023

Por trás da mente de um iconoclasta

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SAÚDE TOTAL

CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA


Por trás da mente de um iconoclasta


Quando pensamos em imaginação nos remetemos às criações artísticas como cinema, pintura, escultura e tantas outras gravadas em nosso inconsciente. Todavia, para a neurociência, a imaginação “surge com os mesmos circuitos neurais usados para perceber objetos reais”, relata Gregory Berns.

Evidentemente que esta imaginação está atrelada as nossas experiências passadas, nossos convívios pretéritos. O interessante é que não adianta forçarmos para tentar criar, mas romper com o ciclos da categorização, o que significa que necessitamos de novas experiências para termos uma mente iconoclasta. E não precisa ser algo de outro mundo viver tais novidades.

Isso aconteceu com o iconoclasta Branch Rickey, que empregou Jackie Robinson, num período extremamente difícil para romper com a dificuldade em contratar jogadores negros em um time de beisebol. Na verdade havia uma guerra conceitual que, na verdade, impulsionou Rickey a agir de maneira diferente de todos.

Ele entendia que sua ação seria importante para diminuir a segregação e, ao mesmo tempo, dar oportunidades para grandes esportistas aparecerem no cenário nacional e, mais ainda, ganhar dinheiro com tudo isso.

Não foi fácil, tudo conspirava contra. Mas Rickey não agiu sem ter um conhecimento prévio de tudo o que estava fazendo. Com uma atitude sábia conseguiu fazer com que os dirigentes contratassem um jogador negro. No entanto esperou o momento propício para a ação. Atitudes de um verdadeiro iconoclasta.

Florence Nightingale mudou sua percepção da morte por ser uma iconoclasta. Estando na Guerra da Criméia, em 1854, a enfermeira percebeu que o que estava matando os soldados não eram os ferimentos, mas as condições ambientais que faziam com que eles adquirissem doenças como febre tifoide e cólera.

Usando sua mente iconoclasta, Florence enviou uma carta para a Rainha Vitória, ilustrando com um gráfico para mostrar o contingente de homens que morriam por causa da questão higiênica dos acampamentos. Talvez tenha sido a primeira pessoa a usar um gráfico em forma de torta para demonstrar um levantamento de dados. Com isso conseguiu mudar sua forma de ver a morte e mudar muitas outras pessoas que estavam a seu redor, diminuindo de forma significativa o número de mortes oriundas de doenças adquiridas por causa de falta de higiene.

O que há por trás da mente destes iconoclastas? Uma sensível percepção combinada com imaginação e, uma vontade urgente de fazer diferente.

Um fortíssimo abraço para você!

 

Referência:

BERNS, Gregory. O iconoclasta. Trad. Eduardo Rieche. Rio de Janeiro: Best Business, 2009.


Instagram: baunilha45 e S48M7

As causas do sono disfuncional

                                  SA Ú DE TOTAL CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA                 AS CAUSAS DO SONO DISFUN...